SEGURANÇA

16/04/2019 11:47

Comunidade reclama de segurança na Praça da República, em Valença, após moradores de rua se instalarem no local

Creas diz que atendimentos iniciais já foram realizados

Andarilhos estendem suas vestes, após lavadas na fonte da Praça nas grades do coreto. 

A segurança da Praça da República tem preocupado comerciantes e populares que circulam por uma das áreas mais movimentadas do município de Valença, no Baixo Sul do estado. Nossa redação recebeu muitas reclamações e foi até a praça para conversar com algumas pessoas que passam ou atuam com frequência na cidade e segundo as informações o local tem passado pouca segurança para a população.

Segundo os comerciantes, quem usa a praça não se sente seguro por diversos motivos. “Temos com frequência moradores de rua utilizando a praça para consumir entorpecentes, fazerem o coreto de varal e outros atos libidinosos. Há pouco tempo, por exemplo, vieram ao meu estabelecimento e obrigaram um adolescente que comprou aqui a dar o troco. Os ataques são feios ”, afirmou um comerciante que pediu sigilo sobre sua identidade.

Outra ocorrência que teria deixado o comerciante e outras pessoas preocupadas foi a briga  que teria ocorrido durante a noite no local, uma situação  intolerável principalmente pelo fato de ter ocorrido em uma área localizada na região central.

Além da segurança a presença de moradores de rua também incomodam muitas das pessoas que passam pelo local, que reclamam da presença de desabrigados no coreto e que utilizariam a área para dormir e estariam fazendo suas necessidades fisiológicas e tomando banho na fonte da praça, além de incomodar as pessoas ao pedirem esmolas e se masturbarem na frente de cidadãos que praticam atividades físicas matinais.

“Estamos em uma estância turística, esta área deveria estar cheia de famílias que vem para apreciar a cidade, mas fica difícil fazer isso com esta situação”, afirmou um taxista da Praça.

Diante das reclamações, nossa redação questionou a prefeitura de Valença, através do Centro de Referência Especializado da Assistência Social - CREAS sobre o caso. De acordo com a coordenadora, Enilda Ferreira, todo o processo de identificação foi feito, no que cabe a instituição. “Fizemos a escuta, compreendemos os pedidos destes senhores e já encaminhamos para que a secretaria da Promoção Social resolva”, declarou.

Livre fez contato com a secretária, Margareth Portugal, da Promoção Social, da prefeitura de Valença, ela informou que após todas as detecções foi compreendido que os andarilhos têm esta situação de vida como opção própria. “Eles não possuem contato com a família, que esta em outro país, nós quem estamos buscando o Consulado para resolver esta questão. O que eles desejam é seguir para outro município turístico, e nós não podemos patrocinar este tipo de viagem”, explanou a secretaria.


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